quinta-feira, janeiro 26, 2006

Olá a todos
Quem somos?

Somos um grupo de antigos militares que há 35 anos foram empurrados pelo sistema para uma das três frentes de combate que Portugal mantinha em África.

Trinta e cinco anos depois, já podemos assumir sem preconceitos que estivemos lá, vestindo a camisola (que por sinal era um camuflado) ao serviço de uma causa obscura. Éramos, afinal, tão colonizados como os povos autóctones; porque nos colonizavam a cabeça.

Apeados do "camacove" numa terra maldita chamada Lumege (maldita, porque íamos substituír uma Companhia que tinha sofrido 11 - onze! - mortos e mais de metade do efectivo sofrera ferimentos), acabaríamos por iniciar aí uma camaradagem que se consolidou e dura até hoje. E... regressámos todos vivos e sãos!!!

É essa camaradagem que vamos aqui celebrar, neste espaço. Para usufruto de nós próprios e de todos aqueles que tenham qualquer tipo de interesse para com a guerra colonial. Muito em especial aqueles a quem interesse o Leste de Angola ou até, ainda mais particularmente, o Lumege (que alguns escrevem Lumeje).

Abraços a todos

Zé Oliveira

6 comentários:

Anónimo disse...

BOA INICIATIVA QUEM SABE SABE E PONTO FINAL,DA MINHA PARTE FICO-TE DESDE JÁ AGRADECIDO , QUANDO NOS REUNIRMOS VOU LEVAR MATÉRIA PARA SELECIONAR E INSERIR NA PAG.



ABILIO

Zé Oliveira disse...

O Blogger avisou-me de que havia uma mensagem, mas aqui no blog ela não está...
Será que me falta dar algum passo?
(Isto é uma experiência)

Anónimo disse...

Tá a ficar porreiro, acho que daqui uns tempos vai ficar uma pag . de gritos


teste teste

ò despoi apaga

Anónimo disse...

Amigo Ze Oliveira por curiosidade vesitei o vosso blog, porque uma comp. do Bat. a que pertenci esteve ai desde o Natal de 1966 a Junho de 1967 era a Comp: Cav. 780 eu pertencia a Comp. Cav.781 que estava no MucussuegeVoces tem um lindo blog só lhes desejos felicidades

A Vieira disse...

Sou Antonio Vieira autor do ultimo comentario Fui Fur.Mil.Mec. da Comp.Cav.781 podem ver o blog do BATALHAO CAVALARIA 782

Anónimo disse...

O MPLA COMO MARCA


O MPLA como Marca representa um poder permanente em função de mais do que a sua história e multiplicidade de histórias e perpetuações das suas tradições.
Um dos factores qualitativos de recriação da sua força consiste na lealdade da corrente regeneradora dos seus aliados.
Os seus atributos, qualidade e expectativas criadas e uma amálgama de resultados e sua funcionalidade reforçam uma narrativa que impulsiona a sua existência.
Não há dúvida de que as crenças sagradas, criações, metas e seu prestígio, sua visão e missão, capacidade de inovação reforçam o seu posicionamento.
A sua suposta notoriedade e fidelização em constante construção criando boas ligações emocionais melhorarão consideravelmente essa marca.
Sendo assim será que a marca MPLA é um sistema propulsor e fonte de criação de valor?
Será que a notoriedade do MPLA continua a ser evocada de forma espontânea?
Para que a marca MPLA se perpetue será necessário que as atitudes das pessoas correspondam a avaliações globais favoráveis.
Não há dúvida que a força da marca MPLA quase se confundirá a um culto descentralizado e de interacções e laços fortes e experiências partilhadas que criam várias identidades verbais e simbólicas.
Para falar da antiguidade da Marca MPLA teremos que falar forçosamente do seu núcleo fundador de Conacry dos anos 60.
A marca MPLA se perpetua pelo seu prestígio devido as associações intangíveis, pelo seu simbolismo popularizado incontornável e grandes compromissos com o passado.
O MPLA como marca, alem de possuir narrativas de sobrevivência, inclui testemunhos que dão a história, significados mais profundos e grande carácter de emocionalidade.
A história do nacionalismo e luta de libertação pelos actores de renome a partir da fundação do MPLA em Conacry pelos seis fundadores bem personalizados, como Viriato da Cruz, Mário Pinto de Andrade, Hugo José Azancot de Menezes, Lúcio Lara, Eduardo Macedo dos Santos e Matias Migueis perpetuarão essa marca de forma reflectida.
Poderemos então afirmar que os fundadores de Conacry foram os agentes prioritários e fundamentais da verdadeira autenticidade da marca MPLA.
A dinâmica da história e a construção de identidades pressupõem estados liminares, pelo afastamento constante de identidades anteriores.
Desenvolver a cultura da marca MPLA exigirá um constante planeamento e estratégias que permitirão reunir e sentir esta marca global.
Para terminar apelaria que nas verdadeiras reflexões que a lenda da marca não obscurecesse a lenda dos fundadores verdadeiros artífices.
Escrito Por:
AYRES GUERRA AZANCOT DE MENEZES